22.2.10

Passatempo-relâmpago

NA SUA CRÓNICA de hoje, Joaquim Letria salienta o facto de a catástrofe da Madeira ter provocado uma acalmia nas confrontações político-partidárias em Portugal, fazendo-me lembrar o que é referido logo no início do livro «...» (*):

No Verão de 1917, choveu torrencialmente durante seis dias, inundando as trincheiras dos homens que se enfrentavam em Artois e no Pas-de-Calais. Perante essa emergência, os soldados de ambos os lados interromperam a matança - trocando, temporariamente, as bombas mortíferas por bombas de tirar água.

(*) Pergunta-se: qual o livro em causa? Será atribuído um exemplar do mesmo a quem primeiro der a resposta certa. Actualização: o passatempo terminou, como se pode confirmar [aqui].

6 Comments:

Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

Começando pelo "A", como sempre:


AUTOR:

....A...

TÍTULO:

..././...../../..A.../....

22 de fevereiro de 2010 às 16:47  
Blogger Regalo said...

Boa tarde,

Pode ser um "s".

Obrigada

22 de fevereiro de 2010 às 17:29  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

AUTOR:

...SA...

TÍTULO:

S.././S..../../..A.../..S.

22 de fevereiro de 2010 às 17:32  
Blogger Regalo said...

Konsalik

Sob o Signo do Grande Urso

22 de fevereiro de 2010 às 17:35  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

OK, ver actualização

22 de fevereiro de 2010 às 17:48  
Blogger beijokense said...

Um soldado de artilharia refere no seu diário qua a 27-8-1917«não ouve bombardeio algum (...) relativo ó grande inverno e tempestades».

22 de fevereiro de 2010 às 20:07  

Enviar um comentário

<< Home