29.11.09

As reformas difíceis

Por António Barreto

EM PORTUGAL e no mundo ocidental, há duas décadas, a palavra reforma transformou-se no santo-e-senha da política contemporânea. Para os governos, que as querem fazer ou fizeram; para as oposições, que denunciam os governos por as não fazer; para a sociedade civil que ora as deseja com entusiasmo, ora as receia e contraria com veemência; para as instituições internacionais, mais ou menos tecnocráticas, que as consideram sempre essenciais.

As reformas de que se fala, em todos os domínios da vida colectiva e pública, são as mais vastas e profundas que se possam imaginar: direitos dos cidadãos, educação, saúde, trabalho, segurança social, transportes, comunicações, regulação das actividades económicas, tudo necessitava de reformas a fim de permitir a mudança e o desenvolvimento. (...)

Texto integral [aqui]

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2 Comments:

Blogger Táxi Pluvioso said...

Os políticos lusos estão embasbacados com as "reformas estruturais", também não têm mais nada para dizer, e ainda por cima não sabem qual será o efeito dessas "reformas".

30 de novembro de 2009 às 09:33  
Blogger Demóstenes said...

Preocupou-me assaz a capa da edição deste fim-de-semana do jornal I.

30 de novembro de 2009 às 11:40  

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