22.12.07

E continuam as experiências...

[Na imprensa de hoje]
É possível gerir-se uma sapataria sem se ser (ou ter-se sido) sapateiro, tal como é possível gerir-se uma pastelaria sem se ser (ou ter-se sido) pasteleiro - e é por isso que ninguém estranha o facto de termos um ministro da saúde que não é (nem nunca foi) médico.
Pela mesma ordem de ideias, também estabelecimentos de ensino poderão não ser dirigidos por professores.
Mas uma coisa é "poderão não ser" e outra, muito diferente, é "não poderão ser"...

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6 Comments:

Blogger JOSÉ LUIZ FERREIRA said...

A isto chama-se acinte

22 de dezembro de 2007 às 16:46  
Blogger tourais said...

Pela ordem de "ideias" destes nossos desgovernantes, qualquer dia temos a presidir a Conselhos Gerais gente como a que escreve recados destes - vide aqui:

http://educar.wordpress.com/2007/12/22/bom-candidato-a-presidente-do-conselho-geral/

22 de dezembro de 2007 às 17:26  
Blogger R. da Cunha said...

Se a notícia é correcta, gostava de saber por que razão são excluídos os professores, pois deverá havere deverá ser assumida, uma explicação que me possa convencer.

22 de dezembro de 2007 às 19:35  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

A imagem é um recorte da notícia do PÚBLICO de hoje.

Vem também bem detalhada no «C. Manhã», mas já não encontro o link para ela.

22 de dezembro de 2007 às 20:31  
Blogger Oscar Maximo said...

Como dizia Boltzman, a vida é uma competição pela energia disponivel. Logo, a curto prazo, há um conflito de interesses entre o professor e a escola, um por menos trabalho e outra por mais (este conflito é mais vísivel no caso dos hospitais/médicos).
Claro que pela mesma razão os representantes dos alunos e encarregados tambem deviam ser excluídos.

23 de dezembro de 2007 às 05:21  
Blogger Protogonos said...

E se o professor até for encarregado de educação? Ficam reduzidos os seus direitos enquanto tal?

26 de dezembro de 2007 às 02:14  

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