26.5.07

Como habitualmente, aos sábados...


Aqui fica o habitual post-aberto dos fins-de-semana, para quem o quiser utilizar.


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6 Comments:

Anonymous Anónimo said...

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Ritornello: um programa barbaramente assassinado

A verdade é que, em minha opinião, a direita mais ultramontana e a caseirinha de brandos costumes andaram anos a fazer interismo nas instituições públicas da democracia portuguesa e conseguiram o que se vê. Controlar toda a informação em Portugal, a começar pelos meios de comunicação públicos até às rádios locais. Terá sido só mérito deles? quem é que andou administrativamente ou carreiristicamente distraído e não o foi denunciando? só agora, que está tudo controlado por eles? é verdade - a igreja, o "Opus Dei" e outras seitas controlam tudo.

Mas também houve muito acomodamento. E quem pensasse que eram "favas contadas" a consolidação da democracia informativa. Nunca é assim. Eles perderam em 24 de Abril, mas acomodaram-se à democracia e minaram-na por dentro. E agora controlam a RDP e a RTP.

E estão quase todos no PSD, o mal menor para quem é "cripto Estado Novista", e garante o acesso ao poder periodicamente.

Para a democracia funcionar, ou limpamos os órgãos públicos ou tentamos criar alternativas de informação séria e fazemos desde já uma denúncia pública e continuada da informação que temos, censurada e tendenciosa, e daí não saímos. É necessário reactivadade, mais do que lamentos, a começar pelos profissionais que temos e que merecem o nome de jornalistas.

Novos movimentos cívicos apartidários têm de ser criados na defesa da democracia e da liberdade da informação e do respeito pela nossa história e cultura.

26 de maio de 2007 às 08:45  
Anonymous Anónimo said...

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O livro «O Erro da Ota e o Futuro de Portugal: a Posição da Sociedade Civil»

O panorama traçado pelos autores revela que não está apenas em jogo decidir se o novo aeroporto de Lisboa deve ser grande e substituir o da Portela; se deve ser mais pequeno e servir os voos de Baixo Custo e combinar-se com o actual, na solução Portela +1; ou se deve haver um novo aeroporto na grande banda de território plano entre Tejo e Sado que vai desde o Campo de Tiro de Alcochete até à Marateca. O que está em jogo exige começar por “sentir o território”; tentar perceber a geografia da região metropolitana de Lisboa; quais as potencialidades dos grandes estuários e a ligação dos corredores do Tejo e Sado; as vulnerabilidades da expansão a Norte do Tejo; a abrangência e as ameaças ambientais ao aquífero da península de Setúbal; a rede de ligações mar e terra, os portos e o transporte ferroviário e rodoviário.

Em segundo lugar, os autores deste livro rejeitam a Ota. Foi uma decisão mal preparada por sucessivos governos; mal fundamentada do ponto de vista técnico; acompanhada da ocultação e da manipulação de estudos; e desacompanhada por precauções relativamente à especulação fundiária: rejeitam o erro da Ota que contraria toda e qualquer normalidade de procedimentos de “bom senso”.

Em terceiro lugar, aceitam que a Portela tem de ser complementada por um novo Aeroporto que deverá surgir de uma perspectiva de implementação faseada. O novo Aeroporto Internacional terá de reservar espaço de desenvolvimento para todo o século XXI. Para isso, o território em que se implanta deve ser bem compreendido, e as ligações com portos e ferrovias bem estabelecidas porque, em futuro próximo, as contingências ambientais limitarão a correcção de trajectória.

26 de maio de 2007 às 09:12  
Anonymous Anónimo said...

Este video merece toda a nossa atenção.
Porque é que não passou em nenhuma televisão?

http://www.youtube.com:80/watch?v=5g8cmWZOX8Q

Divulguem.

http://cuaoleu.blogspot.com

26 de maio de 2007 às 14:24  
Blogger Oscar Maximo said...

Muito bonito, só é pena a rapariga estar enganada.
Se o dinheiro da guerra fosse usado com os pobres, lá se iam mais uns animaizinhos que ela lamenta.
Outra ideia subjacente, que é acabar com os pobres (segundo a noção de pobre no mundo ocidental - não ter carro, não ter água quente canalizada, não ter aparelhos elécticos, simplesmente passar fome...), é físicamente impossivel, não há energia para isto (sem falar de espaço, matérias básicas, problema CO2, etc.). Dada a quantidade de gente no mundo, A MAIORIA SERÁ SEMPRE POBRE.
O problema dos animais é SÓ este: quanto + gente houver no mundo, menos animais selvagens haverá.

A propósito, e já que ela se queria dirigir aos adultos, ela devia era dirigir-se aos jovens : que são os 1*s adeptos do CONSUMISMO, e para quem os dois 1*s Rs são palavras mortas - Reduzir e Reutilizar (só lhes convém ligar ao ultimo dos 3 Rs: Reciclar).
Também se devia dirigir aos cristãos : o vosso Deus fez um mundo muito pequeno para a ambição e ganância humanas.
Especiamente para os economistas : vossês sabem que a Terra é finita e redonda mas pensam como se ela fosse infinita e plana, querem que a sociedade cresça sem parar (em bens, pessoas e, como consequência, em gastos de energia).
______________

27 de maio de 2007 às 11:36  
Blogger Oscar Maximo said...

Como alguém tinha aqui previsto, o 1* passo em relação à Portela já foi dado, pelo Costa, candidato a Lisboa/Ota :
Declarar que aquilo se destina a criar um espaço verde, novo pulmão de Lisboa.
Alguém imagina as fases que se seguem ?

Ajuda: Há tempos, o PS afirmou que parte do custo do aeroporto da OTA era pago com a venda dos terrenos da Portela.

27 de maio de 2007 às 11:51  
Anonymous Anónimo said...

CONVITE

Caros Amigos,
A pedido do cómico Mário Lino - entertainer de almoços e de convívios de autarcas do Oeste - estou a organizar, para um dos próximos sábados, um passeio ao Oásis Alcochete.

A concentração está prevista para a porta do Ministério das Obras Públicas - à Sé - de onde partirá a caravana de jipes 4X4 que atravessará a Ponte Vasco da Gama com destino ao Deserto a Sul do Tejo.

A primeira paragem será na Área de Serviço da Margem Sul, onde os nossos experientes motoristas necessitam baixar a pressão dos pneus, necessária à circulação nas dunas.

O trajecto até ao Oásis, onde serão servidos carapaus assados e enguias do Tejo, poderá ser feito, por escolha e conveniência dos participantes, quer continuando na caravana de jipes ou em dromedário (uma só bossa), o que torna a aventura muito mais excitante, pois tirando os beduínos tratadores e a areia, os participantes não encontrarão: "pessoas, escolas, hospitais, hotéis, indústria ou comércio"!

Reunidos os participantes será servido o almoço, em tendas, com pratos tradicionais do Oásis Alcochete. À tarde, a seguir ao pôr-do-sol no deserto - espectáculo sempre deslumbrante - será servido um chá de menta, após o que, a caravana regressa nos jipes, com paragem na área de Serviço da Ponte Vasco da Gama, para reposição da pressão dos pneus.

ALERTA: O tempo urge. Segundo as sábias e oportunas declarações do Dr. Almeida Santos, M. I. Presidente do PS as pontes são alvos dos terroristas pois podem ser dinamitadas a qualquer momento, pelo que não se devem construir novas devemos aproveitar as que temos, enquanto estão de pé.

Conto convosco para esta inesquecível aventura ao Deserto a Sul do Tejo!

MUITA ATENÇÃO: A cada participante será exigida uma declaração por escrito onde se comprometem, durante toda a aventura, a não referir qualquer das seguintes palavras: diploma, curso, Independente, engenheiro, fax e inglês técnico.

PS - Lamento informar, mas só estão disponíveis dromedários (1 bossa). Segundo o humorista Mário Lino, os camelos andam por aí à solta...

27 de maio de 2007 às 11:55  

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